Caracterização físico-química do óleo de amendoim (Arachis hypogaea L.) considerando diferentes variedades genéticas e métodos de extração
DOI:
https://doi.org/10.24841/fa.v34i2.841Palavras-chave:
aceite, Arachis hypogaea L, variado, prensado, cianuroResumo
Este estudo comparou as características físico-químicas do óleo de amendoim considerando diferentes variedades e métodos de extração. Um delineamento experimental fatorial foi usado com o fator A (variedades de amendoim: INIAP 380 Negra, INIAP 382 Rosita, INIAP 382 Caramelo) e fator B (métodos de extração: Soxhlet, prensagem a quente, prensagem a frio). O método Soxhlet resultou no maior rendimento (37,33%). A variedade INIAP 380 (Negra) com extração Soxhlet apresentou a melhor qualidade em termos de acidez (0,34%), teor de cinzas (0,16–0,27%), impurezas (0,01%) e índice de peróxidos (3,00 meqO₂/kg). Não foram encontradas diferenças significativas no pH (3,58–4,55) e densidade (0,91–0,92 g/cm³) entre os fatores de estudo. Em relação às propriedades químicas, a prensagem a frio e a quente se destacaram em valor de saponificação (190,61 e 190,27 mg KOH/g, respectivamente) e acidez (14,99 mg/g). A variedade INIAP 382 (Rosita) com extração Soxhlet apresentou o maior valor de iodo (114,28 cg/g) e um teor de cianeto de 0,76 ppm. Em resumo, a variedade INIAP 380 (Negra) extraída pelo método Soxhlet foi a mais eficiente em termos de rendimento e qualidade, enquanto a prensagem a frio e a quente foram mais favoráveis para valores de saponificação mais elevados. No geral, a variedade INIAP 380 (Negra) extraída pelo método Soxhlet proporcionou o melhor rendimento e qualidade de óleo, enquanto os métodos de prensagem aumentaram os valores de saponificação, enfatizando a importância da variedade e da técnica de extração na determinação das propriedades do óleo de amendoim.
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Copyright (c) 2025 Juan Alejandro NEIRA MOSQUERA, Sungey Naynee SÁNCHEZ LLAGUNO, Marjorie MACAS MOREIRA, Jhonnatan Placido ALDAS-MOREJON, Karol REVILLA ESCOBAR, Ramona Cecilia PARRÁGA ÁLAVA

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